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  • Lisboa
10 resultados
Lisboa, Lisboa, Torres Vedras

Tholos do Barro

Monte da Pena, Rua Principal, Barro
2560-241 Torres Vedras

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6352

O Museu Municipal Leonel Trindade acolhe os visitantes nas escavações arqueológicas a decorrer no Tholos do Barro, numa parceria entre o Município de Torres Vedras e a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, através do seu Centro de Arqueologia (UNIARQ). 113 anos após a sua descoberta e exploração arqueológica, a campanha de 2022 pretende reestudar o monumento, de modo a promover a sua salvaguarda e melhorar as condições de visita.
O Tholos do Barro é um sepulcro colectivo do III.º milénio a. C., descoberto em 1909 por Paul Bovier-Lapierre. É formado por uma câmara circular, com tecto em falsa cúpula, e por um corredor de acesso. Classificado como Monumento Nacional desde 1910, é o maior e mais bem conservado sepulcro de falsa cúpula existente em Portugal.

Dia aberto

Dia Aberto no Tholos do Barro
Para celebrar as Jornadas Europeias da Arqueologia, o Museu Municipal Leonel Trindade e a UNIARQ promovem um Dia Aberto no Tholos do Barro, convidando a população a acompanhar os trabalhos arqueológicos em curso neste monumento pré-histórico de Torres Vedras.

A equipa de Arqueologia dará a conhecer aos visitantes os resultados da campanha de 2022, que decorre desde o final de maio, no Monte da Pena.
Période(s) archéologique(s) :

Protohistória

Opérateur :

Museu Municipal Leonel Trindade - UNIARQ

-Aménageur :

Município de Torres Vedras - Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 10:00 à 13:00 et de 14:30 à 17:30

Todos os públicos

Não adequado a pessoas com mobilidade reduzida.
Necessário vestuário e calçado confortáveis, chapéu e água.

Lisboa, Lisboa, Torres Vedras

Museu Municipal Leonel Trindade

Praça 25 de Abril,
Convento de Nossa Senhora da Graça,
2560-286 Torres Vedras

http://www.cm-tvedras.pt/cultura/museu-municipal/enquadramento-museu/

Para celebrar as Jornadas Europeias de Arqueologia, o Museu Municipal Leonel Trindade apresenta a exposição “Isto é Arqueologia!”, realizada pela UNIARQ - Centro de Arqueologia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Exposição

Isto é Arqueologia
No Museu Municipal Leonel Trindade estará patente ao público a exposição “Isto é Arqueologia!“, que reúne os projetos de investigação arqueológica dos investigadores da UNIARQ-FLUL.
No conjunto, merece destaque o projeto do Tholos do Barro, cuja apresentação será complementada com a exibição de registos de vídeo, recolhidos durante a campanha arqueológica de 2021.
A exposição pode ser vista entre 17 de Junho e 31 de Julho de 2022.

Acesso grátis

Domingo, 19 de junho de 10:00 à 13:00 et de 14:00 à 18:00Sábado, 18 de junho de 10:00 à 13:00 et de 14:00 à 18:00Sexta-feira, 17 de junho de 10:00 à 13:00 et de 14:00 à 18:00

Todos os públicos

Acessibilidade

Dificuldade motora/utilizador de cadeira de rodas

Acesso a pessoas com capacidade reduzida.

Lisboa, Lisboa, Lisboa

Museu do Dinheiro, Núcleo de Interpretação da Muralha de D. Dinis, Antiga Igreja de S. Julião

Antiga Igreja de S. Julião, Largo de S. Julião,
1100-150 Lisboa

https://www.museudodinheiro.pt/destaques

O Museu do Dinheiro apresenta o tema do dinheiro, a sua história e evolução, em Portugal e no mundo.
No interior do Museu encontra-se o Núcleo de Interpretação da Muralha de D. Dinis, classificada como Monumento Nacional,
A Muralha de D. Dinis é uma construção medieval que nos leva numa viagem no tempo, percorrendo mais de 1000 anos da história de Lisboa.
O Núcleo de Interpretação da Muralha de D. Dinis tem por tem por missão assegurar a salvaguarda dos achados, o estudo da coleção, a divulgação e a acessibilidade a todos os visitantes.

Visita guiada

Muralha de D. Dinis ao domingo à tarde
A muralha de D. Dinis, com 700 anos, é testemunha de episódios marcantes da ação de um rei e da história da cidade de Lisboa, ainda hoje inscritos na superfície do reboco e na sapata do extenso “muro” defensivo. Objetos, fragmentos cerâmicos, ossos e sons aludem ao imaginário medieval; são o património que queremos partilhar nesta visita pelos areais do Tejo, onde ainda se ouvem gaivotas, feiras e naus, recordando a vocação comercial e marítima de “Lixbõa”.

Acesso grátis

Domingo, 19 de junho de 15:00 à 16:00

Todos os públicos

Acessibilidade

Dificuldade motora/utilizador de cadeira de rodas

Visita guiada

Muralha de D. Dinis ao sábado de manhã
A muralha de D. Dinis, com 700 anos, é testemunha de episódios marcantes da ação de um rei e da história da cidade de Lisboa, ainda hoje inscritos na superfície do reboco e na sapata do extenso “muro” defensivo. Objetos, fragmentos cerâmicos, ossos e sons aludem ao imaginário medieval; são o património que queremos partilhar nesta visita pelos areais do Tejo, onde ainda se ouvem gaivotas, feiras e naus, recordando a vocação comercial e marítima de “Lixbõa”.

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 11:00 à 12:00

Todos os públicos

Acessibilidade

Dificuldade motora/utilizador de cadeira de rodas

Conferência

“Um dia normal numa cidade singular” - Construir a visão de Lisboa no séc. XVI a partir de 10 anos de arqueologia
A partir de evidências arqueológicas recuperadas durante as escavações da antiga igreja de S. Julião, Artur Rocha, arqueológo responsável pela escavação, procurará construir uma visão de Lisboa no séc. XVI a partir de 10 anos de arqueologia

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 10:30 à 12:00

Adultos

Lisboa, Lisboa, Lisboa

Museu de Lisboa - Teatro Romano

A, R. de São Mamede 3 A, 1100-532 Lisboa

https://www.museudelisboa.pt/pt/nucleos/teatro-romano

JORNADAS EUROPEIAS DA ARQUEOLOGIA - este evento destina-se a sensibilizar a população para a importância da arqueologia. Durantes estes dias as diversas entidades ligadas à arqueologia realizam atividades gratuitas para todos os públicos, que evidenciem a relevância do nosso património arqueológico, dando a conhecer diferentes facetas do mesmo e os bastidores da disciplina.

Oficina

Mestre-de-obras procura-se
Como foi construída a cidade romana de Lisboa? A partir do Teatro Romano, descobrem-se as grandes obras públicas, as vias de comunicação e o urbanismo de Lisboa no período romano. E como a fazer se aprende melhor, nesta visita-oficina, transformados em autênticos mestres de obras, aprende-se a construir um teatro, um templo e muitos outros edifícios, como faziam os lisboetas há 2000 anos.

Acesso grátis

Domingo, 19 de junho de 15:00 à 17:00

Famílias

Oficina

Escribas de Lisboa
A ocupação de escriba era uma das mais populares entre os romanos. Dominar a arte da escrita não era para todos. Nesta oficina, experimenta-se desenhar letras e palavras, em tabuinhas de cera, como um verdadeiro escriba em Olisipo.

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 15:30 à 16:30

Famílias

Visita guiada

Passeio em Felicitas Iulia Olisipo
Um percurso que liga o nosso teatro da época romana ao núcleo arqueológico da Casa dos Bicos, onde podemos observar as cetárias de salga do peixe. Pelo caminho, descobrimos outros vestígios da cidade.

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 11:00 à 12:00

Todos os públicos

Oficina

Manel e Chico Descobrem o Teatro
Manel e Chico descobrem o Teatro Romano é um livro infantojuvenil escrito por Bruno Magina que, além da sua carreira de escritor para este público, trabalha no Museu de Lisboa – Teatro Romano. Manel e Chico ganham vida e voz através de uma leitura encenada.

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 17:00 à 18:00

Famílias

Oficina

Oficina de pintura de mural com a artista Mariana Santos
Sabias que em época romana também havia artistas que pintavam murais nas paredes? Vamos saber como se faz com uma verdadeira artista.

Acesso grátis

Domingo, 19 de junho de 15:00 à 17:00 Domingo, 19 de junho de 15:00 à 17:00 Sábado, 18 de junho de 15:00 à 17:00

Famílias

Oficina

Oficina de colunas romanas
Um teatro vai precisar de muitas colunas e nós vamos ajudar a construí-lo. Nesta oficina vamos fazer colunas e perceber que, afinal, há colunas e colunas …

Acesso grátis

Domingo, 19 de junho de 11:00 à 13:00 Sábado, 18 de junho de 11:00 à 13:00

Famílias

Oficina

Como Escavam os Arqueólogos
Será assim tão difícil ser arqueólogo? Com paciência e com muito cuidado vamos experimentar escavar como um verdadeiro arqueólogo!

Acesso grátis

Domingo, 19 de junho de 11:00 à 17:00 Sexta-feira, 17 de junho de 15:00 à 17:30

Famílias

Lisboa, Lisboa, Loures

Biblioteca Municipal José Saramago

Rua 4 de Outubro, n.º 19
2670-466 Loures

www.cm-loures.pt

“Ecos da Cidade dos Mortos” é um documentário de Raúl Losada produzido pela ERA-Arqueologia, S.A. para a Câmara Municipal de Lisboa.
O trabalho cinematográfico dá um destaque particular à Necrópole Noroeste de Olisipo, a Lisboa romana, localizada na Praça da Figueira e ruas próximas. O filme, dedicado às práticas e rituais funerários de Olisipo, remete-nos para cerca de dois mil anos atrás, aborda mais de um século de descobertas arqueológicas que permitem fazer o retrato do comportamento da comunidade romana perante a morte. O arqueólogo e professor, Rodrigo Banha da Silva, acompanhou o alinhamento do documentário como consultor científico e investigador dedicado à Lisboa romana.

Projeção

“Ecos da Cidade dos Mortos”
Documentário de Raúl Losada produzido pela ERA-Arqueologia, S.A.
Destaque particular à Necrópole Noroeste de Olisipo, a Lisboa romana, localizada na Praça da Figueira e ruas próximas. O filme, dedicado às práticas e rituais funerários de Olisipo, remete-nos para tempos de cerca de dois mil anos atrás, aborda mais de um século de descobertas arqueológicas que permitem fazer o retrato do comportamento da comunidade romana perante a morte.
Projeto intermunicipal Lisboa Romana – Felicitas Iulia Olisipo.

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 17:00 à 18:30

Todos os públicos

Acessibilidade

Dificuldade motora/utilizador de cadeira de rodas, Deficiência mental

Lisboa, Lisboa, Lisboa

Centro de arqueologia de Lisboa

Avenida da Índia
166

https://www.facebook.com/arqueologiadelisboa

Esta é uma história que remonta há milénios, comprovada pela Arqueologia. Na Pré-História eram efectuadas intervenções cirúrgicas cranianas, amputações e outros tratamentos. Estas intervenções foram prática comum entre os povos que habitavam a Europa há época. E estas intervenções cranianas tinham um índice de sucesso bastante aceitável, utilizando também, os ossos para fazer máscaras faciais, rodelas e outros artefactos. Há também indícios de que, em alguns, ponto pode ter ocorrido provável experimentação em animais. Durante o Neolítico e o Calcolítico os indícios no registo arqueológico sugerem que as intervenções em crânios humanos eram recorrentes.
Complicadas intervenções cirúrgicas ou manifestações religiosas?
Venha descobrir como era a Medicina na Pré-História no CAL.

Projeção

A Cirurgia na Pré-História
No âmbito das Jornadas Europeias da Arqueologia, será apresentada projecção acerca das interveções cirurgicas que foram praticadas na Pré-História.

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 11:00 à 12:30 (Tem início à hora marcada)

Todos os públicos

Estudantes

Secundário

Indicado para estudantes de licenciatura e mestrado de Arqueologia, Antropologia Fisíca e Antomo-Patologia.

Acessibilidade

Dificuldade motora/utilizador de cadeira de rodas

Pessoas com dificuldade motora podem aceder ao espaço.

Lisboa, Lisboa, Lisboa

Castelo de São Jorge

Castelo de São Jorge
Rua de Santa Cruz do Castelo, 1100-129 Lisboa

www.castelodesaojorge.pt

Aberto ao público 7 dias por semana, o Castelo de São Jorge é hoje um local onde se pode desfrutar do património, ficar a saber um pouco da história de Lisboa no Núcleo Museológico, explorar os vestígios do bairro islâmico do século XI no Núcleo Arqueológico, descobrir vistas inéditas da cidade na Câmara Escura, passear pelos jardins e miradouro, fazer uma pausa no Café do Castelo, participar em visitas guiadas, temáticas ou noutras atividades pedagógicas ou, simplesmente, deixar-se encantar com a música, o teatro, a dança e as conferências sobre património que vão animando os dias neste notável Monumento de Lisboa.

Oficina

Arqueólogo por um dia – Oficina de Arqueologia
Afinal, o que é a Arqueologia? O que faz um arqueólogo e que ferramentas utiliza no seu dia-a-dia? Para que serve um caderno de campo? Que histórias nos podem contar os cacos?
São estas e outras perguntas que vamos responder nesta oficina, onde ensinamos tudo o que é preciso saber para fazer arqueologia por um dia, através da realização de jogos e de outras atividades divertidas.
Vem aprender a ser arqueólogo no Castelo!

3.50 €

Sexta-feira, 17 de junho de 16:00 à 17:00

Famílias

Oficina

Objetos contadores de histórias
Pode um objeto contar-nos uma história? Que respostas podemos encontrar a partir da investigação arqueológica? Através do trabalho em equipa, será possível descobrir respostas para vários enigmas em torno de histórias da Idade do Ferro, do período islâmico, da Idade Média e da Idade Moderna.
Esta oficina utiliza o “puzzle” como estratégia para estimular o reconhecimento de épocas diferentes a partir de peças do museu, fazendo a ponte com o seu lugar de origem, o Núcleo Arqueológico do Castelo.

3.50 €

Sábado, 18 de junho de 11:00 à 12:00

Crianças

Visita guiada

Arqueologia vista a partir do Castelo
Ao longo de uma visita guiada no Castelo de São Jorge, iremos assinalar várias descobertas arqueológicas da cidade de Lisboa.
Lisboa é uma cidade milenar, traçando a sua origem ao século VII a.C. e tendo sido a morada de vários povos. 
Nos últimos anos foram várias as novas descobertas arqueológicas que permitiram um novo estudo da metrópole. Motivadas pelo desenvolvimento urbanístico da cidade, assim como pela crescente procura da capital como destino turístico, várias foram as descobertas que reescreveram a história da cidade, desde a Baixa Pombalina até ao Núcleo Arqueológico do Castelo.

3.50 €

Domingo, 19 de junho de 15:00 à 16:00

Famílias

Lisboa, Lisboa, Lisboa

Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática (CNANS)

Rua da Manutenção, nº 5, Xabregas, 1900-318 Lisboa

http://www.patrimoniocultural.gov.pt/

A arqueologia náutica e subaquática constitui um ramo da arqueologia que recorre às técnicas de acesso ao meio subaquático. A arqueologia e o património subaquáticos vistos, respetivamente, como uma prática científica e um recurso cultural, têm vindo a ser objeto de uma atenção acrescida em todo o mundo, tanto pelo público em geral, como pelas entidades públicas responsáveis neste domínio. Uma gestão interveniente nesta área do património arqueológico surgiu, assim, por toda a parte, como resposta aos desafios da sua salvaguarda, estudo e valorização - e que não podem deixar de obedecer a pressupostos de exclusiva índole científica e cultural.
A participação nestas Jornadas visa sensibilizar o público para a necessidade de valorização e proteção deste Património.

Dia aberto

Património Cultural Náutico e Subaquático - Conhecer o passado, proteger o futuro.
– Receção e apresentação de vídeo realizado a partir de fotos provenientes das escavações arqueológicas, de sítios, vestígios e artefactos arqueológicos, assim como de projetos atuais.

– O registo 3D - a oportunidade para conhecer as últimas tecnologias que permitem a digitalização de artefactos e estruturas arqueológicas. Registo in loco dos artefactos.

– Visita ao laboratório e aos tanques de conservação do CNANS.
Période(s) archéologique(s) :

Protohistória, Antiguidade, Idade média, Era moderna, Era contemporânea

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 10:00 à 13:00 et de 14:00 à 17:00

Famílias, Adultos

Acessibilidade

Dificuldade motora/utilizador de cadeira de rodas

Lisboa, Setúbal, Almada

Sítio Arqueológico da Quinta do Almaraz

Travessa do Castelo
Almada

www.cm-almada.pt/viver/cultura/projeto-de-investigacao-do-sitio-arqueologico-da-quinta-do-almaraz

Localiza-se em pleno núcleo urbano de Almada e corresponde a uma área de cerca de quatro hectares. Os trabalhos arqueológicos que decorreram até 2001 permitiram identificar um povoado do 1º milénio a.C., em excecional estado de conservação.

Em 2020, o Município de Almada deu início a um projeto de investigação denominado “Quinta do Almaraz: sociedade, economia e quotidianos durante o 1º milénio a.C.”, aprovado pela Direção-Geral do Património Cultural. Este contempla duas componentes essenciais: o aprofundamento da investigação, com o objetivo de caracterizar o povoado do 1.º milénio a.C. a partir do estudo e publicação do espólio e do desenvolvimento de campanhas de escavação anuais; e a ampla divulgação dos resultados obtidos, projetando Almaraz nacional e internacionalmente.

Visita guiada

Visita guiada ao Sítio Arqueológico da Quinta do Almaraz
O Sítio Arqueológico da Quinta do Almaraz é um povoado do 1º milénio a.C. que surge no contexto da diáspora das populações fenícias para Ocidente. A localização privilegiada numa plataforma sobranceira ao rio Tejo conduziu a que tivesse um papel determinante nas dinâmicas produtivas, comerciais e administrativas da Foz do Tejo durante aquele período. O conjunto de materiais recolhidos durante as escavações e as características proto-urbanas da sua arquitetura revelam uma comunidade pujante, que aqui habitou ao longo de vários séculos. É também, por esta razão, um dos mais importantes sítios arqueológicos da região. Venha conhecer de perto a história associada a este sítio numa visita guiada realizada pela equipa de arqueólogos da CMA.

Iniciativa gratuita, com inscrição obrigatória 48 horas antes através do e-mail museus.comunica@cm-almada.pt

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 10:30 à 12:30

Todos os públicos

Lisboa, Setúbal, Almada

Museu de Almada - Casa da Cidade

Praça João Raimundo
2805-113 Almada

https://www.cm-almada.pt/museu-de-almada-casa-da-cidade

Abre em 2003, e constitui o núcleo sede do Museu de Almada. Ocupa um solar do século XVIII, sucessivamente alterado ao longo do século XX. Deve a designação popular de antiga Quinta dos Frades à pertença aos frades predicantes da Ordem de São Domingos, que entre 1380-1446 constroem o primeiro edifício da quinta. A extinção das ordens religiosas em 1835 determina a sua posse por particulares. No primeiro quartel do século XX, a casa foi local de encontro regular de republicanos e no seu exterior decorreram touradas e concertos da Banda Filarmónica União Artística Piedense. Os seus últimos proprietários são industriais corticeiros e, em instalações contíguas, funcionou a fábrica Corsul. Adquirido pela Câmara Municipal de Almada em 1997.

Espetáculo

Almada, 3000 anos de chão
Espetáculo interativo/multimédia

Uma máquina de fotografar o passado leva duas exploradoras e o seu público numa viagem pelo território de Almada, entrelaçados por um tapete feito de fibras ancestrais e muita vontade de conhecer o antes, o agora e o depois. Um espetáculo em que o cenário é para ser tocado, partilhado e construído com os espetadores, as imagens são feitas de lã merino, madeira e alguns pixels e a história é apresentada enquanto compromisso com o futuro deste pedacinho de planeta abraçado por água, sol e vontade de viajar.

Famílias com crianças a partir dos 5 anos.

Mediação: Mundo do Espectáculo

Criação - Catarina Pé-Curto, Francisca Silva, Joana Arez
Interpretação - Francisca Silva, Joana Arez
Cenografia - Catarina Pé-Curto

MARCAÇÃO PRÉVIA até 48 horas antes da sua realização através do e-mail museus.comunica@cm-almada.pt

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 15:00 à 17:00

Famílias

Espetáculo

Barca
Oficina de escultura e brincadeira. Construção simples de pequenas embarcações, um palmo e meio de barco, reaproveitando materiais; revisitando a história de Almada a partir das suas embarcações. O fecho da oficina será com uma pequena regata num lago da cidade.

Famílias com crianças a partir dos 5 anos.

Mediação: Miguel Horta - Laredo Associação Cultural

MARCAÇÃO PRÉVIA até 48 horas antes da sua realização através do e-mail museus.comunica@cm-almada.pt

Acesso grátis

Sábado, 18 de junho de 10:30 à 12:30

Famílias

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